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CMCI RECEBEU DO BM 14 MILHÕES DE METICAIS E NÃO 60 PARA O REASSENTAMENTO

O Conselho Municipal da Cidade de Inhambane,CMCI, avançou que está para breve – nos primeiros meses do próximo ano – a transferência das famílias do bairro de Matadouro, abrangidas pelo projecto do Banco de Moçambique, que pretende ocupar o local e torná-lo numa referência paisagística, dada à sua localização aberta ao mar. As famílias em causa serão reassentadas no bairro Guitambatuno, estando o Conselho Municipal na fase adiantada na construção de casas, papel que ficou ao seu cargo no memorando assinado no ano passado com o banco central.

Informação em nosso poder refere que o executivo de Rogério Zandamela, que inclusive por pares de vezes visitou o local para estudos de viabilidade, tem a intenção de erguer no local uma imponente infra-estrutura, ou seja, um Monumento “Metical”, conforme se explica.

Ora, sobre os contornos desta parceria, revelavam que a morosidade desta acção reside no facto de algumas famílias abrangidas pelo projecto recusarem-se transferir para o novo bairro, alegando má qualidade das obras que o município local está a construir. Ainda vão mais longe ao afirmar que o montante depositado pelo Banco de Moçambique para os cofres da urbe são cerca de 60 milhões de meticais, o que podia muito bem chegar para a construção de moradias condignas.

Em posse desta informação, o Conselho Municipal confirma este processo e que será concluído em breve. Mais adiante, referiu que o valor em causa são 14 milhões de meticais e não o que está sendo especulado. Aliás, a mesma fonte garantiu ao INHAMBANENSE que tudo está sendo seguido dentro dos parâmetros definidos entre as partes para que os projectos avancem sem sobressaltos e dentro dos prazos definidos. O Município salienta também que oportunamente será anunciado o plano urbanístico para as obras a serem erguidas naquela zona de Matadouro.

 

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