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“Busquem em toda a província tudo o que é relevante mostrar ao mundo”

O INHAMBANENSE dos inhambanenses, dos amigos de Inhambane e todas as esferas sociais que neste retalho chamado Inhambane trabalham, visitam e passam, já passou de um sonho para uma realidade que está nas vossas mãos. Da simples ideia de trazer a realidade local num só papel nasce hoje uma criança cujo futuro depende, na verdade, de todas as forças vivas envolvidas. O INHAMBANENSE é meu, é seu e é nosso. Ou seja, é de todos.  E como seria  de praxe, a entrada na província carece, em parte, da autorização das estruturas governamentais locais – embora a criação de jornais seja um direito assistido pela Lei Mãe – que saudaram  a iniciativa com gáudio como que a dizer: sejam bem-vindos à terra que também vos pertence. Foi isso que quis dizer, a seguir, a Secretária do Estado, Ludmila  Rafael Maguni, ao receber-nos em seu gabinete para reagir em torno do nascimento do jornal em vossas mãos.

– Nós queremos felicitar este grupo de jovens que tem esta iniciativa de criar um jornal que basicamente irá dar acesso à população da nossa província e a nível do país sobre aquilo que é a província de Inhambane, quais são as atracções que ela tem, o desenvolvimento que a província tem evidenciado e todas as outras formas de estar e ser a nível da província. É importante ter diversas plataformas onde o cidadão possa ter acesso à informação. Por isso, queremos informar que busquem em toda a província de Inhambane tudo aquilo que é relevante para a publicar ao mundo, para continuarmos a pôr Inhambane no mapa e divulgar aquilo que a província sabe fazer, desejou a governante.

Para uma província com selo turístico, de inesgotáveis recursos  e de diversidade  cultural, o INHAMBANENSE surge como parceiro do governo para lançar a imagem da província.

– Eu penso que é uma janela em que encontramos espaço para continuamente divulgarmos o que tem acontecido a nível da província. O turismo é bem  conhecido, as nossas lindas praias, no interior os nossos parques, que  pensamos que neste espaço vão ganhar uma janela para que o mundo possa conhecer aquilo que Inhambane tem. A nossa cultura também não pode ficar para trás.  Somos bem conhecidos pela cestaria. E se pudéssemos divulga-la, a partir das suas origens e como é que as comunidades interagem acerca disto, tudo isso seria importante. Sem esquecer a nossa timbila que é também bem reconhecida, destacou Maguni.

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