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JOGABET

“Jovens de Inhambane devem lançar-se à iniciativas próprias”

Gilberto Guibunda

Para quem abraçou o empreendedorismo sabe melhor que ninguém que o caminho é sinuoso, mas pode acabar sendo a melhor solução para a maioria, sobretudo da província de Inhambane, onde oportunidades formais de emprego escasseiam.

– Devemos ser focados e isso não significa que devemos parar de divertir, mas temos de estar focados. Era bom que a maioria de nós pudesse procurar empreender. Digo isso porque, se for a ver, particularmente em Inhambane, um dos maiores empregadores é o turismo, fora disso é o Estado. Ou seja, hospitais e educação. Fazem as mesmas coisas diariamente e isso faz com que a pessoa leve muito tempo a desenvolver-se profissionalmente porque está a defender o seu ramo de actuação. A minha mensagem é que não podemos nos limitar apenas naquele ramo, ou de formação ou em que estamos a trabalhar. Devemos crescer porque, ao criarmos um empreendimento, ao fim de alguns anos, 10, 15 ou 20 ou ainda que seja 30 anos, alguma coisa vai ficar para desenvolver este país, aponta deixando um conselho.  

– Inhambane não deve continuar parado. Não quero falar mal, mas há muitos jovens que não estão a fazer nada. Eu percebi de onde vem a frustração. Querem alguém que lhes vai empregar, mas não deve ser assim. Nós devemos ser mais abertos e ousados. Temos que pensar em fazer alguma coisa, porque é possível.

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