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Inhambane prevê incrementar produção animal até finais do quinquénio

Por: Nuno Águas

 O sector agrário é, entre vários, um dos destaques do Executivo provincial referentes aos programas de geração de renda e, consequentemente, impulsionadores do desenvolvimento desta parcela do país, tal como se vem verificando no turismo, uma área que torna Inhambane um local de que não só se pode falar, mas com que se deve falar nacional e internacionalmente.

No que diz respeito à pecuária, as autoridades provinciais já têm um plano esboçado para elevar as actuais cifras de produção animal até 2024, altura em que termina o actual mandato governamental, iniciado em 2020.

Nesse contexto, o Conselho Executivo espera capitalizar a produção das principais espécies de animais cultivadas na província, como são os casos dos gados bovino, caprino, suíno, ovino e aves.

As previsões do Governo são de elevar os bovinos dos actuais 401.376 para 469.068 até 2024. O gado caprino deverá ser elevado dos actuais 229.010 para 267.633; suínos, de 144.370 para 169.718; os ovinos sairão dos actuais 30.728 para 35.910; e as galinhas de 1.046.126 para 1.222.558. Os números incluirão coelhos, que vão sair dos actuais 14.480 para a cifra de 16.922, em 2024.

Ademais, prevê-se o fomento pecuário de 754 caprinos e 309 bovinos, o que, segundo o Governo provincial, vai permitir que Inhambane cimente a posição de segunda província com maior efectivo de bovinos em Moçambique.

Dados avançados pelo Conselho Executivo Provincial revelam que, em termos de produção de carne, estão previstas 1.043 toneladas de carne bovina, depois de, em 2020, terem sido alcançadas 837 toneladas. Em termos de suína, a província vai sair das 567 toneladas produzidas em 2020 para 720 toneladas previstas até 2024.

A carne caprina deverá sair das 139 toneladas, em 2020, para 174, em 2024. A carne ovina poderá ser incrementada de duas toneladas para 2,93 toneladas até o fim do quinquénio. A produção de frango vai sair das 2.665 toneladas para 3.107 toneladas, em 2024.

“A produção pecuária centra a sua actuação visando o aumento dos efectivos através de programas de maneio reprodutivo e alimentar dos animais, para garantir a disponibilidade de carne. Prevê, igualmente, intensificar as campanhas de vacinação contra doenças de notificação obrigatórias, o que demanda infra-estruturas de apoio, nomeadamente tanques carracicidas e corredores de tratamento ”, refere o Governo, em nota de imprensa emitida ao INHAMBANENSE.

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