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Galiza Matos Jr. reforça apelos de uso de mão de obra local

O administrador do distrito de Vilankulo continua defensor dos interesses dos moçambicanos nos projectos que estão em curso na província de Inhambane.  Galiza Matos Jr. tem sido contundente nestas questões e exemplo disso foi aquando da apresentação do ponto de situação do projecto de produção de energia eléctrica ao chamar atenção aos responsáveis da Central Térmica de Temane, CTT, da  necessidade de apostar na mão-de-obra local para assegurar várias áreas técnicas, como, mecânica, construção civil, electricidade e higiene e segurança no trabalho . Matos lembrou igualmente que o empresariado local dispõe de capacidade para fornecer serviços de qualidade.

–“É de conhecimento que estão reservados 33 milhões de dólares destinados a contratação de serviços e apenas cerca de um milhão e setecentos e trinta e um mil dólares é que se reserva ao empresariado de Inhassoro e Vilankulo. Pensamos que não compensa e pedimos à sua revisão” defendeu o dirigente mais adiante referindo que os dois distritos “provaram no “Crescendo Azul” dispor de serviços de qualidade na área de transporte, logística, catering, entre outros, pelo que esta experiência pode ser replicada na CTT”.

Em resposta a estes apelos, a CTT voltou a frisar que no quadro da construção do projecto, que deverá estender-se por um período de 28 meses,  estarão abertos 700 vagas para os nacionais, sendo que 300 das quais serão oferecidas a  mão-de-obra semi-qualificada e não qualificada oriunda das comunidades locais.

A CTT é tida maioritariamente pela Globeleq Energia Mozambique, seguida pela Electricidade de Moçambique, EDM, e a Sasol. Este projecto prevê até finais de 2024 a produção de 450 mega watts de energia eléctrica a partir de gás de Temane.

 

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