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Em meio da Covid: Vilankulo com balança alta de receitas em 2020

Gilberto Guibunda

–(Entrevista com William Tunzine) Grande parte das receitas  provém do turismo, um dos sectores severamente fustigados pela pandemia. Qual foi o comportamento de receitas no ano passado e como tem reagido este ano?

 – Tivemos tempos muito difíceis devido a COVID-19, sobretudo o início de Março e final do ano passado. Sabe-se que Vilankulo vive de turismo, e porque não era possível viajar nessas alturas, houve uma diminuição de números de trabalhadores no nosso ramo hoteleiro. Mas não parámos. Continuamos no ano passado a desenhar estratégias, a conversar com os nossos operadores turísticos, outros investidores nacionais e estrangeiros, e conseguimos sobreviver mesmo no meio da crise. As nossa receita em 2020 esteve acima de 100 por cento. Este ano continuamos a trabalhar, e até Agosto já estávamos a 50 por cento daquilo que é a nossa receita local. Portanto, a continuar a sensibilizar os nossos munícipes da importância de contribuir para a receita. E também nesta área de turismo, achamos que é importante novas estratégias que passam por apostar no turismo local, feito também pelos nossos irmãos moçambicanos e divulgar, acima de tudo, o potencial de Vilankulo.

–Sim…

– Alguns hotéis e instâncias turísticas tiveram que fechar e tivemos que ajudar alguns deles com a redução de taxas municipais. Era uma forma de incentivar a actividade. Neste momento avaliamos positivamente porque o retorno nesta área tem sido muito bom. Sabe-se que Vilankulo é das cidades mais visitadas não só em Moçambique, mas em África, e hoje a média de ocupação dos nossos hotéis e instâncias turísticas está na ordem de 70 a 80 por cento.

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