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Carlos Mavila: das pistas de atletismo a director das operações da Sasco Moçambique

Gilberto Guibunda

Foi em tempos atleta de atletismo onde abraçou eternamente a alcunha de “Carlitos do Atletismo”, quiçá pela performance que o fazia distinguir-se dos outros e hoje é director das Operações da Sasco Moçambique, SA, uma empresa referenciada na capital do país, ligada ao ramo da metalurgia, sobretudo na venda, manutenção, reparação ou importação de balanças e básculas. Desde o primeiro momento que acreditou que era capaz de andar com os seus próprios pés, embora, naturalmente, o sacrifício pela decisão por empreender  lhe tenha custado inicialmente caro, como é normal, porque os processos levam tempo. Carlos Mavila, de seu nome de Bilhete de Identidade, abriu-nos as portas do seu escritório para falar da empresa destinada a crescer tendo em conta a carteira invulgar de clientes com os quais se relaciona.

– A Sasco Moçambique é uma empresa que opera no ramo da metalurgia, concretamente, na venda, manutenção, reparação e, acima de tudo, na importação de balanças e básculas. Foi estabelecida em 2016 após eu ter me apercebido do meu próprio potencial e seguidamente pelo facto de existirem poucas empresas detidas por moçambicanos a operarem em Moçambique. Daí  que adoptamos uma espécie de sucursal da Sasco África sediada em Moçambique. Apesar deste elo, operamos com um gestão independente, pois esta empresa cinge-se simplesmente na comercialização de equipamentos duma marca que é representada pela mesma Sasco África a nível do continente africano, descreve, continuando no mesmo raciocínio.

– A Sasco Moçambique está baseada na cidade de Maputo, mas ligada à rede nacional de empresas que possui este tipo de equipamentos de pesagens, por isso que eu disse que um dos nossos clientes são as empresas da área  portuárias. Por exemplo, nós temos vindo a participar  da reabilitação do Porto de Nacala por via dum empreiteiro que está lá a desempenhar as obras, na construção civil. Igualmente trabalhamos com a Cornelder, na cidade da Beira, no Porto de Maputo,  Terminal de Carvão de Maputo, com a Mozal e estamos constantemente a tentar aceder a Sasol.  

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