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SASOL: Central Térmica de Temane e Linha de Vilankulo vai gerar mais de 3700 postos de trabalho

Redacção

O director- geral da SASOL-Moçambique, Ovídio Rafael, aludiu esta quinta-feira que a multinacional sul-africana, que explora o gás natural de Pande e Temane, nos distritos de Govuro e Inhassoro, na província de Inhambane, vai criar até ao ano de 2022 mais de 3.700 postos de trabalhos. As respectivas vagas serão preenchidas no quadro do lançamento dos projectos de construção da Central Térmica de Temane e da Linha de Vilankulo-Maputo.

Este anúncio foi feito no âmbito da visita conjunta do Ministro dos Recursos Minerais e Ernegia, Max Tonela, e da Secretária Permanente, Ludmila Maguni, efectuada às instalações da multinacional sul-africana, no Distrito de Inhassoro, cujo objectivo, segundo Tonela, era a avaliação do progresso do projecto além de se inteirar, da parte do governo, do processo de produção de gás natural de cozinha e de energia eléctrica.

–“O projecto decorre dentro do previsto. Na componente da exploração de reservas, já decorrem as actividades da campanha de perfuração e prevê-se que até 2023 se inicie a construção das infra-estruturas de processamento do gás natural” explicou o governante na sua interacção com a imprensa.

A representante do Estado a nível da província de Inhambane, Ludmila Maguni, disse que esta visita tinha como fito inteirar-se do nível das operações feitas pela multinacional, tendo levado igualmente como pano de fundo os aspectos sociais no concernente à empregabilidade de mão-de-obra nacional naquele empreendimento, sobretudo da província de Inhambane. Neste aspecto, a Secretária do Estado saiu confortada ao crescente número de trabalhadores da província na multinacional sul-africana. Mesmo assim Maguni foi contundente em relação aos processos de contratação da mão-de-obra, apelando aos gestores da SASOL a pautarem pela transparência para garantir que os concorrentes tenham informações em tempo útil.

A SASOL comunicou que até 31 de Julho passado foram contratados 400 trabalhadores dos distritos de Inhassoro e Govuro. Neste período, a multinacional, no total, recrutou cerca de 700 trabalhadores, entre 600 moçambicanos e 100 estrangeiros.

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